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O STF e a tempestade institucional em copo d’água
A decisão salomônica, dizem frequentadores do STF, pode estar numa filigrana jurídica, que é o fato de a decisão que tornou Renan réu na semana passada não ter tido ainda seu acórdão publicado e, portanto, não ser ainda oficial - o que é perfeitamente normal, já que esse procedimento pode levar dias ou até meses no caso de qualquer acórdão. Traduzindo: o STF reafirma hoje a decisão de que réu não pode ser presidente do Senado, mas dá ao atual titular do cargo os poucos dias que ele precisa para concluir o mandato.
A impunidade, enfim, senta no banco dos réus e agrava a crise política
Políticos de todos os quadrantes e de todos os tempos sempre se serviram do poder. Na gestão do PT, virou método. A conta agora chega para todos eles.
Uma terceira via no STF para o afastamento de Renan Calheiros
O Supremo pode permitir que Renan continue no cargo, mas sem poder assumir a Presidência da República devido à sua condição de réu em investigação.
Reforma da Previdência traz sacrifícios desproporcionais
Enquanto brasileiros vão trabalhar 49 anos e ter 65 anos de idade para auferir a aposentadoria integral (R$ 5,2 mil), servidores não alcançados pela reforma da Previdência continuam recebendo R$ 33 mil mensais.
Decisão coletiva evita risco de prisão de Renan
Senado não acata decisão de Marco Aurélio e agrava crise entre poderes. A expectativa agora é de como o STF vai reagir. Bombeiros tentam apagar a fogueira.
Vai-e-vem no texto da Previdência
A polêmica PEC da Previdência já aterrissou no Congresso em meio a uma grande crise, mas as coisas sempre podem piorar. O texto enviado ontem à noite à Câmara teve que ser retirado pelo Planalto está manhã para correção de erros - que até agora não se sabe quais são.
Renan Calheiros fora da presidência do Senado ?
Renan Calheiros chega ao seu gabinete para receber notificação do Oficial de Justiça de seu afastamento da presidência do Senado Federal.
A tramitação da reforma da Previdência em um Congresso emparedado pelas ruas
O Planalto sabe que sua proposta de reforma da Previdência Social pode sofrer modificações no Congresso em função da pressão das entidades de classe públicas e privadas junto aos parlamentares.
Viana é contra a PEC mas não dá murro em ponta de faca
Viana não vai facilitar as coisas para o Planalto, pode até adiar a votação, mas vai deixar que o assunto siga seu curso natural: se o governo souber mobilizar sua maioria no plenário do Senado, submeter-se-á a ela.








