O delírio de Bolsonaro para virar o jogo no bicentenário 7 de Setembro

Mesmo com o mais explícito estelionato eleitoral, Bolsonaro teme derrota e planeja virada de mesa

Hora de negociar

Apesar do discurso de renovação, nem tudo é novidade no Brasil de Bolsonaro - o país não tem uma burocracia estável, há cargos para serem preenchidos, e políticos em geral não costumam abrir mão de qualquer possibilidade de exercer poder

Mais Médicos: “Nunca houve escravidão”, diz embaixador de Cuba

Tão logo começaram as hostilidades aos médicos cubanos, a partir das referências ao trabalho escravo por Jair Bolsonaro, eleito presidente, Rolando González, encarregado da Embaixada de Cuba no Brasil, deu partida a uma operação de retirada de 7,5 mil médicos. Quem quis ficar, ficou, garante González

Até mais

Os Divergentes, assim como os ursos do Polo Norte, vai hibernar um pouco. Dormir durante o inverno das dificuldades e acumular gorduras para voltar num belo dia de sol

José Humberto: “GDF Presente é novo jeito de governar e será permanente”

O secretário de Governo, José Humberto, fala sobre o GDF Presente, programa que, concebido para diminuir os efeitos da burocracia, engloba sete polos urbanos e um rural espalhados pelo DF, cada um responsável por diferentes cidades

Acordão e Lava Jato medem forças no plenário do STF

Mesmo sem repercussão geral, decisão do STF pode sinalizar para aonde sopram os ventos do tribunal

Brasil sob ameaça de tribalização, alerta Aldo Rebelo

O Brasil vive um momento de desorientação. Mas o caminho para o futuro é a política. Assim, o ex-ministro e ex-deputado Aldo Rebelo encara o País de 2019. Na entrevista exclusiva a'Os Divergentes, ele defende a iniciativa privada e insiste na política para mediar os conflitos da sociedade - parte deles assentados em premissas falsas como a dicotomia esquerda x direita. Receita para sair da crise? Crescimento econômico

Ruído entre BC e Economia atrasa queda dos juros na ponta

Em que pese a queda da Taxa Selic, os juros para os tomadores de empréstimos continuam muito altos. A redução dos depósitos compulsórios permitiria, junto à queda da Selic, juros menores na ponta. Mas, para isto, Guedes e Roberto Campos têm que entender

Terrores e terrorismo – (Blumenau e Brasília) – 2ª parte

O que importa é mobilizar forças de segurança para prevenir novos ataques em colégios. A aproximação com as Polícias Militares é uma oportunidade para o governo estreitar relações com setores aliados ao bolsonarismo.