PSB gaúcho conta com maldição das reeleições para eleger governador

Desde 1945, nenhum candidato do situacionismo venceu no Rio Grande do Sul. O PSB acredita que é sua vez de governar o estado.

Quem será o candidato da direita?

A guerra será travada dentro do campo da direita. A eleição 2018 foge inteiramente aos padrões, a sociedade está radicalizada. Há uma esperança de que Temer não vai para frente e uma reza para que a justiça barre Lula.

Alden Mangueira de Oliveira é o novo chefe de gabinete do governo do DF

Alden é o quarto a assumir o cargo desde o início da gestão de Rodrigo Rollemberg.

Itália eliminou 350 vagas de senadores e deputados sem ninguém protestar

Com todas suas mazelas sociais, o Brasil é o segundo colocado no ranking dos países que mais gastam com a manutenção anual do Parlamento-- US$ 4,4 bilhões. Só fica atrás do Congresso americano

O combate à cracolândia

A diversidade de competências entre municípios, estados e União torna impossível enfrentar o problema da cracolândia.

Sua Excelência, a quarta instância: O STF

Há países em que as cortes constitucionais só cuidam de temas pertinentes à Constituição. Aqui, como destaca a autora, o STF se mete em todos os temas da vida brasiliana

Esquerda prepara caminho para campanha em tempo de crise

Em artigo, Nelson Barbosa afirma que o projeto de reforma da previdência enviado por Temer ao Congresso tem origem no governo Lula e foi mantido por Dilma. Será uma nova Carta aos Brasileiros?

Guedes: “Minha obrigação é fazer o diagnóstico e entregar a prescrição”

A intenção de Paulo Guedes, o ministro da Economia, permanece sendo a reduzir o tamanho do Estado e cortar gastos. Não há, no horizonte de sua pasta, a intenção de estimular o crescimento da economia

Sinais externos de pobreza: a farsa

A mais recente ilegalidade, chancelada pelo fiscal dos porteiros e das domésticas - Paulo Guedes -, foi a portaria liberando aumentos de até 69% na remuneração de alguns áulicos, violentando o teto constitucional salarial de R$ 39,2 mil. Os beneficiados com a nova portaria social de Guedes serão Bolsonaro e um séquito de uns 100 “pijamados” com cargos de confiança