Governo Bolsonaro: como medir o sucesso? – Questões a Gaudêncio Torquato

Talvez para extrair uma tentativa de resposta para a pergunta que encabeça o texto do professor Gaudêncio Torquato seja necessário trocar a pergunta. Em vez de “será que vai dar certo?”, “o que precisa dar certo?” – para sabermos como medir

Acordo com empresas acaba com obstáculos em Vicente Pires

Cerca de R$ 8 milhões em dívidas deixadas pela gestão anterior serão pagas em três parcelas; obras seguem sem interrupção

2022 à espreita

Quem está no páreo para ser um anti-Bolsonaro pelo espectro conservador? Sem dúvida, um deles é o presidente da Câmara, que em entrevista ao Estadão, na segunda-feira, tratou o executivo como "governo da direita", demarcando ideologicamente o espaço do centro

Ibaneis busca alternativa para melhorar transporte coletivo do Entorno

Governador e comitiva do governo federal realizam inspeção na via férrea DF-Valparaíso (GO). Trecho será o primeiro a transportar passageiros com ajuda de trens

Será que vai dar certo?

A comunicação do governo é falha. Há estruturas formais, um porta-voz general, redes usadas pelo presidente e seus filhos. A dispersão comunicativa desorienta. A ausência de um plano harmônico de comunicação é fator de balbúrdia

Corpo de Bombeiros do DF trabalha na prevenção de incêndios na capital

Segundo a corporação, a maior causa de fogo é de moradores que queimam lixo doméstico

O pesadelo dos democratas: a robustez da economia americana

Se as eleições acontecessem hoje, Trump daria uma surra em qualquer candidato democrata. A gasolina está barata, o governo registra a taxa de desemprego mais baixa em quase meio século. A economia cresceu 4,1% no segundo trimestre, o melhor resultado em quase quatro anos

Emendas mostram Câmara mobilizada em torno da reforma

A Comissão Especial da Reforma da Previdência da Câmara recebeu 277 emendas, 60% a mais do que a reforma do presidente Michel Temer

A luta política rumo a 2022

O provável é que o partido de Lula sobreviva. O tempo passa e se diz que o brasileiro não tem memória. As eleições municipais vão servir de termômetro