Carlos Lopes

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Previdência: Atalho pode não ser caminho mais curto para reforma

A pergunta para o presidente eleito é: vale a pena aprovar uma reforma longe do ideal?

Durma-se com um barulho desses: começa campanha eleitoral

Começa a campanha eleitoral. E, com ela, aumentam os decibéis sobre nossos ouvidos

LDO do aperto fiscal é desafio do Governo antes das eleições

Se não prevalecer o acordo entre as lideranças partidárias, a votação da LDO pode ser adiada para os próximos dias ou mesmo ficar para depois das eleições. O mais provável é a aprovação das diretrizes orçamentárias

Eleições inauguram controle de gastos e fundo especial de financiamento

As eleições de 2018 trazem novidades sobre o financiamento das campanhas. Quer saber qual o butim de cada partido?

Incertezas na economia acendem sinal de alerta

O próximo presidente da República, ao tomar posse em janeiro do ano que vem, vai encontrar um quadro fiscal ainda bastante deteriorado. 2019 não vai ser um ano fácil para o novo mandatário. Nem para os brasileiros.

Em meio à crise política, aumenta o valor da cesta básica

Mas a paralisação dos caminhoneiros não afetou tanto o preço dos alimentos quanto os problemas com a distribuição de gás de cozinha

Congresso dá a largada da LDO do próximo presidente

O Congresso tem até 17 de julho para aprovar o projeto. A partir de 18 de julho, a Constituição prevê o recesso parlamentar de meio de ano, condicionado à aprovação da Lei

Greve expõe vazio de lideranças na política

Não falta apenas credibilidade ao presidente Michel Temer. O Brasil está carente de lideranças políticas, como ficou claro na crise dos combustíveis

Política e futebol: ‘Com brasileiro não há quem possa’

"Com brasileiro, não há quem possa". Copa do Mundo e eleições presidenciais. O Brasil convive com a coincidência destes dois megaeventos desde 1994. Carlos Lopes, colaborador de Os Divergentes, escreve um alentado panorama sobre o que é possível esperar da política em 2018, ano da Copa da Rússia: enquanto o novo presidente não vem, um Parlamento pouco produtivo.

Meirelles sai de cena e humores se mantêm inalterados

Meirelles montou equipe competente, colocou o dedo na ferida, mas, em boa medida, transferiu a solução dos problemas para o próximo presidente.

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Lula era o "nosso guia". Bolsonaro "nos guiará". Como dizia a hiena Hardy, da dupla Hanna-Barbera, "Oh, vida. Oh, céus. Não vai dar certo"

O futuro dos partidos