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O circo dos horrores e seus bufões
O Brasil está na lona, o trabalhador sem pão e padecendo diante de um circo macabro. Alegria de palhaço é ver o circo pegar fogo?
O regabofe
A notícia pública dos gastos com alimentação não deixa de ser surpreendente. É incondizente com a história das Forças Armadas, educadas no regime de solidariedade com o povo, frugalidade alimentar e simplicidade de costumes. A farda verde oliva não combina com desperdício e ostentação
Bandalha na vacina
Do jeito que o governo está agindo, nossa desigualdade crônica terá na vacina mais um mecanismo de perpetuação: quem tem dinheiro, vacina; quem não tem...
Candidato a ditador
Jair Bolsonaro tem manobrado desde o momento em que tomou posse, visando atrair as Forças Armadas para tresloucado projeto autoritário. Com esse objetivo recrutou generais da ativa e da reserva e os colocou no governo. Milhares de oficiais do Exército, Marinha e Aeronáutica e das Polícias Militares foram distribuídos entre ministérios, secretarias, empresas estatais e sociedades de economia mista
Vacina é marco histórico, mas não é panaceia
O oba-oba da vacina não pode substituir as medidas para conter a pandemia hoje, e nem escamotear situações como a de Manaus, onde vidas foram perdidas por falta do oxigênio que não foi providenciado pela incompetência dos governantes
À sombra mortal da suástica
O “dia D e a hora H” de Pazuello, o pesadelo, trarão o castigo para o escárnio diante dos milhares de mortos. O dia D (desembarque na Normandia) na Segunda Guerra Mundial foi também o começo do fim do terror hitlerista
O Governo da bagunça
Bolsonaro não sabia da reforma do BB? Impossível. Se não sabia, não pode ser presidente
As arruaças de coturnos
No Brasil de Jair Bolsonaro – que tem superado todos os adjetivos degradantes da língua portuguesa – o cenário é mais preocupante do que o dos EUA que, pelo menos nesse primeiro momento, conseguiu conter, institucionalmente, o golpe em curso liderado por Trump
Mortes aumentam, mas omissão de Bolsonaro contagia estados
Governar é também tomar medidas impopulares, arcar com suas consequências momentâneas e aguardar o julgamento da história - na qual vai ficar inscrito, antes de tudo, o número de mortos da pandemia do século








