A banalização da crise institucional

Em sua fragilidade, Bolsonaro não pode ir além da linha desenhada no chão pelo Centrão, que quer eleição. Também não tem apoio militar para um golpe clássico. E a vida segue.

Instaurado o parlamentarismo no parlamento

Foi instaurado hoje o parlamentarismo no Parlamento. O presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão, presidiu uma reunião de líderes em que praticamente não abriu...

Como em filme de Spielberg, Temer que restar não será o que aí está

A soma de todos os fatores resulta numa débil esperança de manter o governo Michel Temer. Até porque o presidente da República não pode ser processado por atos cometidos fora de seu mandato. Todos os que o cercam, porém, podem. E daí surge a primeira certeza: num efeito digno de Spielberg, o governo Temer que sobrar, se sobrar, não será esse que aí está. De quem será?

Muita pressa no desmonte do governo

Todo governo que entra tem o direito, e até o dever, de fazer nomeações e substituir funcionários. É do jogo. Mas quando até o...

Gambiarra para limitar foro privilegiado cria confusão

Essa importante mudança está sendo feita por uma gambiarra jurídica, engenhosamente criada pelo STF, que poderá criar uma enorme confusão, ajudando muitos dos que pretenderia punir

O STF vai estuprar a Constituição?

Reeleição no Congresso sem emenda constitucional sabota democracia

Lula puxa Moro para briga no campo político

O objetivo claro de Lula é eivar o processo de atitudes questionáveis do juiz, movidas por sentimentos e propósitos aparentemente fora dos autos, que mais adiante possam ser objeto de contestação judicial e engrossar uma narrativa na qual ele ocupa o papel de vítima.

Quando Eduardo Cunha vai explodir o quarteirão?

O livro, que demora algum tempo para ser escrito e pode tomar qualquer rumo - até o de não ser escrito -, é uma forma de ameaçar os companheiros sem se jogar nos braços dos investigadores da Lava Jato nas desgastantes negociações de uma delação. E não o impede, mais adiante, de partir para ela.

Bolsonaro não pode atirar para todos os lados o tempo todo

Presidentes recém-eleitos costumam ser tão fortes que conseguem fazer o Congresso votar até mesmo o confisco da poupança dos cidadãos. Mas isso passa logo.