Cunha agora é a bola da vez

E tome fofoca enquanto a votação não começa. Deputados falam numa suposta anistia da Casa para Eduardo Cunha por seu "papel" a favor do...

E se o Cunha resolve ser o Delcidio do Temer?

A decisão do STF de afastar Eduardo Cunha chegou tarde para salvar Dilma Rousseff do impeachment, como reconhecem os próprios palacianos. Mas também pode...

Paralimpíadas podem ser estrondoso fracasso

Se as Olimpíadas já não vão lá muito bem das pernas em meio à instabilidade da troca de governo e de interlocutores, o que...

A dois meses do desfecho, Dilma faz última tentativa para convencer PT

Pelo calendário oficial, faltam exatos dois meses para a decisão final do Senado sobre o impeachment. Nitidamente, Michel Temer vem sobrevivendo aos tropeços iniciais...

Planalto quer 54 votos já na primeira votação do impeachment

O Planalto tentou de todas as maneiras antecipar o desfecho do processo de impeachment para antes das Olimpíadas. Não conseguiu por causa dos prazos...

Recado de Gilmar não é só para Ficha Limpa

O ministro Gilmar Mendes voltou a criticar a Lei da Ficha Limpa, Talvez ele queira dizer que nem toda lei com aprovação popular é perfeita - caso dos dez pontos contra a corrupção que estão na Câmara.

Jucá e a volta dos que não foram

Hávuma grande torcida na área política, e até em setores ligados ao empresariado, pelo retorno do senador Romero Jucá ao Ministério do Planejamento. Mas isso dificilmente acontecerá.

Partidos fecham questão pelo teto, mas ninguém será punido

Já vão longe os tempos em que deputados eram punidos por suas posições e até deixavam seus partidos por causa dessas divergências. Ninguém sofrerá punição se votar contra o teto.

PT tem que acertar as contas com a corrupção e enterrar seus mortos

Sem acertar as contas de alguma forma com esse passado pouco meritório, vai ser difícil para o PT se reinventar. Admitir que errou e expulsar alguns por isso não é cometer harakiri.

Viana é contra a PEC mas não dá murro em ponta de faca

Viana não vai facilitar as coisas para o Planalto, pode até adiar a votação, mas vai deixar que o assunto siga seu curso natural: se o governo souber mobilizar sua maioria no plenário do Senado, submeter-se-á a ela.