Na guerra de nervos, questão no PT é o tamanho da derrota

Fernando Haddad, de São Paulo. Foto Divulgação

No PT, a questão neste domingo não é bem perder ou ganhar. É o tamanho da derrota, sobretudo em São Paulo. O sonho dourado de redenção dos petistas seria, hoje, botar Fernando Haddad no segundo turno, embora as chances sejam duvidosas. Se isso acontecesse, ainda que sejam remotíssimas as possibilidades de conquistar a reeleição, já seria Uma vitória política, impulso para uma reação do partido ao enorme desgaste dos últimos tempos.

Sonhar não é proibido, ainda mais numa campanha atípica como esta, que passou em branco até a reta final e só agora entrou no rol das preocupações do eleitor. Parece ser inédito o índice de volatilidade desta eleição, e muita gente só vai se decidir na boca da urna.

Para os petistas de São Paulo, a pior hipótese seria acabar em quarto lugar, atrás de Marta Suplicy.

Os trackings telefônicos do partido feitos nesta sexta-feira dão um empate em torno de 18% entre Haddad e Celso Russomano na disputa pela segunda colocação, a uma boa distância de João Dória, já encostando nos 30%.

É bom, porém, lembrar sempre: tracking é tracking, pesquisa é pesquisa  e eleição é eleição. A guerra de nervos só acaba no domingo à noite.

 

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