A República e o Poder Moderador

Se a sociedade civil admitir a barbárie política, religiosa ou econômica, com emprego da violência, se rebaixará ao plano dos califados atrasados e sanguinários. Não aceitamos que o capitão paraquedista escolha o terreno em que deseja travar combate com a sociedade civil. O nosso campo é o da legalidade, sob a primazia da Lei Fundamental

Até quando?

A trégua conseguida por S. Exa. será respeitada ou, dentro de algum tempo, Jair Bolsonaro voltará a construir inimigos imaginários? É impossível prever

Uma lição de Milton Campos

Depois de longa vivência política e de tribuna, Milton Campos concluiu que o Congresso não é lugar de falar, é lugar de ouvir. Qual conselho daria se estivesse no Parlamento de hoje?

Saiba como será o retorno presencial dos estudantes da rede pública de ensino do...

Aulas voltam em 3 de novembro em todas as escolas, seguindo protocolos rígidos e com acompanhamento em tempo real de casos

Eleições na OAB-SP

Vivemos rico período de rejeição ao machismo, mas a OAB/SP nunca teve uma mulher como presidente. para ser coerente com tudo que defendo, votarei na advogada Patrícia Vanzolini.

Hospitais públicos do DF guardam ciência e pesquisa em bibliotecas próprias

Acervo está disponível para servidores, residentes e estudantes de medicina e enfermagem. Hoje, DF conta com quatro unidades em funcionamento

Lula: o faquir e a cama de pregos

O contorcionismo de Lula é uma qualidade. Capaz de se acomodar-se numa cama de pregos. O ex-presidente pretende não repetir erros que lhe custaram muito caro em termos pessoais e na sua imagem pública. 2022 significa para o líder petista, sobretudo, uma restauração do seu tempo de muito prestígio e respeito internacional, chamuscados

Brasil na lona, Bolsonaro nas cordas

O passaporte da vacina é apenas mais um revés na longa série de derrotas do capitão no Judiciário, contra o qual luta sujo e vem se insurgindo em gingados golpistas desde o ano passado. Os diretos civilizatórios e democráticos do STF já balançaram Bolsonaro que tenta, em vão, armar a direita no contragolpe

De operador da “rachadinha” a candidato a deputado federal

A trajetória de Fabrício Queiroz, cortejado por pelo menos quatro partidos políticos para disputar uma vaga na Câmara Federal este ano, é a prova de que no Brasil o crime compensa