Obras públicas geram 30 mil empregos no DF

São cerca de 1,4 mil empreendimentos, sendo 200 de grande porte. O investimento é de R$ 2,6 bilhões

Mais um voo de galinhas na economia ou como se não houvesse amanhã

Galinhas voam, mas em distâncias muito curtas, daí o uso da figura para simbolizar muitos períodos da economia brasileira onde momentos de euforia com crescimento firme são seguidos de fortes crises, com consequências na política

A chaga aberta do trabalho infantil

A exploração do trabalho de adolescentes e crianças compromete o Brasil, 9ª ou 10ª economia do planeta, cuja trintenária Constituição fracassou no que concerne à proteção aos direitos humanos, ao amparo à família, à criança, ao adolescente, ao jovem e ao idoso

Começa nesta 2ª campanha nacional pela doação de sangue

Lançamento, no Dia Mundial do Doador de Sangue, teve a presença do Secretário de Saúde, Osnei Okumoto. Ação segue até 7 de julho

Chile é um país divergente?

No artigo, o autor compara Brasil e Chile para, em seguida, defender a Assembleia Constituinte Exclusiva brasileira, a exemplo da adotada pelos chilenos

Corona e Educação

Em meados do século passado, os países asiáticos optaram por primeiro investir na educação e, a partir daí, acelerar o processo de desenvolvimento, dispondo de recursos humanos capazes, com inovação, tecnologia e ciência, e crescer. Já o Brasil quis primeiro crescer e depois educar, embora desde Platão e Confúcio se soubesse que o caminho para uma sociedade justa é a educação

Crivella embaixador seria para negociar votos dos evangélicos

O presidente Bolsonaro cometeu um ato inédito na diplomacia mundial. Indicou o péssimo ex-senador e ex-prefeito do Rio, Marcello Crivella para o cargo de embaixador do Brasil na África do Sul. Devido ao que considera suas outras qualidades para o cargo: ser evangélico e ter sido um corrupto eficiente

Sadismo masoquista

O mais recente revés levou pânico às fileiras desmioladas do capitão. O STF, reiterando a sua jurisprudência, determinou em 8 de abril de 2021, o funcionamento da CPI da pandemia que, há mais de mês espanca o governo, expondo as vísceras bolsonaristas mais purulentas

Os revolucionários da vez

Com uma aversão notória a intelligentsia liberal que sempre reinou em Washington pelo menos desde a Segunda Guerra Mundial, de quem pretende se apropriar da evidente hegemonia cultural, foi fundamental na improvável vitória de Donald Trump (2016) e dos, ainda desconcertantes, Brexit e o escândalo da Cambridge Analytica. Claro, Bannon esteve também presente na, ainda pouco compreendida, campanha de Jair Bolsonaro à presidência da República