Memória dos Divergentes
Recordar é viver. 30 de setembro de 1992, dia seguinte à aprovação do impeachment de Fernando Collor pela Câmara do Deputados. Na Folha de...
Anulação do impeachment pode parar no STF e Temer não assumir esta semana
A decisão do presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão, de anular a sessão que aprovou o impeachment caiu como uma bomba. O dólar sobe,...
Paralimpíadas podem ser estrondoso fracasso
Se as Olimpíadas já não vão lá muito bem das pernas em meio à instabilidade da troca de governo e de interlocutores, o que...
Michel muda tudo no governo, menos gabinete presidencial
Em 40 e poucos dias de interinidade, o presidente em exercício Michel Temer virou o governo de ponta cabeça. Extinguiu e fundiu pastas, trocou...
Temer faz curso rápido de torcedor
O presidente interino Michel Temer tomou gosto pelas Olimpíadas. A pesquisa DataFolha de hoje, segundo a qual metade da população é contrária aos Jogos...
Recado de Gilmar não é só para Ficha Limpa
O ministro Gilmar Mendes voltou a criticar a Lei da Ficha Limpa, Talvez ele queira dizer que nem toda lei com aprovação popular é perfeita - caso dos dez pontos contra a corrupção que estão na Câmara.
O próximo recuo do governo: reforma trabalhista
O anúncio precipitado e mal conduzido da reforma trabalhista ontem, com ênfase à possibilidade de uma jornada de trabalho diária de até 12horas, já impactou mais de 15 milhões de pessoas nas redes da Internet - quase todos, evidentemente, de forma negativa.
No day after da eleição, Temer vai ter que manter ministro da Justiça
Reformas ministeriais são decorrências quase obrigatórias de eleições, e Temer já estava até procurando nomes. Moraes, depois de declarações desastrosas e um certo vedetismo, estava na marca do pênalti. Com o fortalecimento de Alckmin, expresso no feito inédito de eleger João Doria em primeiro turno na capital e em uma serie de vitórias no interior, fica mais complicado o movimento.
Segunda rodada de 2016 joga Temer nos braços do PSDB
A cor de 2016 é azul, sem dúvida nenhuma, dando aos tucanos maior influência no governo Michel Temer. Isso deve ajudar, por exemplo, na aprovação das reformas no Congresso. Dificilmente, por exemplo, o Senado criará problemas para votar a PEC do Teto a toque de caixa.