Do acidentado ao imposto do desempregado, Bolsonaro dá discurso para Lula
Fim do DPVAT e cobrança de Previdência para desempregados são medidas aparentemente não relacionadas, mas mostram que o governo tira recursos dos mais vulneráveis e para preservar os mais afortunados
Uma campanha diferente
Parece que nada será como antes nas campanhas eleitorais. A não ser pela falta de inovação e cumprimento das promessas feitas antes da eleição
Bolsonaro frita Mandetta mas quem está na frigideira é ele
A demissão de Mandetta precipitaria uma debandada sem precedentes do que resta de apoio político ao presidente. Fim da linha para o ex-capitão
Oposição sente cheiro de sangue e fecha questão contra Previdência
Como nem mesmo os partidos supostamente governistas defendem o projeto do governo, os oposicionistas resolveram radicalizar e capitalizar as mudanças que podem atenuar a Previdência
Controle do MP e assemelhados é moeda de troca na eleição do Congresso
Não é por acaso que o PP está marcando posição na disputa pelo comando do Congresso: o partido sabe que será alvo de mais uma ofensiva do Ministério Público e das autoridades de investigação contra a corrupção. Em questão de poucos dias, pode estourar
Antes de se apavorar com o coronavírus, tire os mosquitos da sala
Mais um dilema do subdesenvolvimento: antes de se apavorar com o coronavírus que viaja de avião, temos que tirar os mosquitos da sala
Síria? Venezuela? Não, Miss Mundo…
A primeira pauta do ano na recém instalada Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara foi receber, na tarde desta terça-feira, a modelo indiana Manushi Chhillar, atual Miss Mundo, na sala da presidência da comissão. Estiveram presentes Nilson Pinto, presidente da CRE, Luiz Carlos Hauly e Eduardo Barbosa.
TSE prepara pirueta para cassar Dilma e absolver Temer
O raciocínio de juristas que estão acompanhando o assunto: se Temer não merece ficar inelegível, por que mereceria perder o cargo de presidente? E aí é que entra a pirueta
Corrida para gastar na Esplanada dos Ministérios
Quem não gastar, perde. Só que, agora, não apenas no ano que vem. O que era uma prática administrativa recorrente vai virar determinação constitucional. E devolver recursos em 2016 significa perde-los pelos próximos vinte anos.