Pesquisas apontam Senado pulverizado e MDB com maior bancada
Todas as atenções estão voltadas para a campanha presidencial mais nervosa e imprevisível desde 1989, mas os espertos usaram as últimas rodadas de pesquisa para fazer as contas no Legislativo e avaliar o grau de governabilidade do próximo presidente - seja lá quem for
Moro pisou na bola ao criminalizar blogueiro
Não cabe à Justiça, nas circunstâncias, dizer se a informação postada num blog é jornalística ou não, e se o sujeito, que faz o Blog há mais de dez anos, é jornalista ou não. Muito menos qualificar o tipo de blog que ele faz.
Onda de direita derrota o PT no centro-sul
Nem vermelha, nem azul. A onda que, segundo as pesquisas de boca urna, varreu a região centro sul do país neste domingo é verde, provavelmente puxada por Jair Bolsonaro - e de direita
Estado policial
Os movimentos das PMs que se alastram pelo país não são mais uma questão orçamentária e salarial. Trata-se agora de um problema institucional, a exigir a intervenção do Legislativo e do Judiciário.
Bolsonaro vai tomar “medidas legais” contra o Supremo?
Sem as tropas e sem o apoio do Legislativo, a quem o Executivo vai recorrer para "proteger a Constituição"?
Reforma da Previdência de Bolsonaro não é a mesma de sua equipe econômica
O beabá da negociação política ensina que sempre se deve entrar no debate pedindo mais para, ao longo das discussões, concordar em levar menos. Cabe ao Congresso, e não ao presidente, atenuar versões da reforma da Previdência
Por que tá todo mundo tão preocupado com a Dilma?
A comparação entre a presidente que sofreu impeachment sem crimes e o presidente que, apesar dos crimes, não sofreu impeachment, sempre será favorável a ela.
Lição para Dória: marketing ganha eleição; governar é outra coisa
Além de mostrar que, em matéria de esperteza política, o picolé de chuchu dá de dez a zero no prefeito, o que mais querem dizer esses números? Marketing ganha eleição, mas não governa.
Farpas de Meirelles e Aloysio colocam em risco armistício entre Planalto e PSDB
Apesar da reaproximação encenada, as desconfianças mútuas e, sobretudo, os interesses políticos divergentes continuam. Isso fica claro nas farpas lançadas em entrevistas neste fim de semana
do ministro Henrique Meirelles e do líder tucano do governo no Senado, Aloysio Nunes Ferreira.








