Moro: Aprovado no primeiro teste?

O primeiro teste de fogo aconteceu nos primeiros 15 dias do do governo Bolsonaro com a crise de segurança que eclodiu no Ceará e colocou sua estratégia de ação à prova

Quem pensa no Brasil?

Todos nós temos responsabilidade, de alguma forma, pelo que estamos vivendo. E não adianta dizer que não foi uma escolha sua. Foi uma escolha do regime democrático, onde a vontade da maioria prevalece sobre o da minoria ou minorias

Guerra à vista

“O maior inimigo do Brasil hoje é o Supremo Tribunal Federal. Mexer no STF fará bem ao país"

A queda de braço entre a velha e a nova política

À primeira vista, a eleição do presidente Jair Bolsonaro e a derrota sofrida por boa parte de antigos caciques políticos, que não conseguiram a...

O necessário armistício entre a velha e a nova política

Para coroar a tumultuada estreia de Bolsonaro no Planalto, o IBGE divulgou, nesta quinta-feira (31), o número de desempregados no país, somando 26,9 milhões de brasileiros

Podcast IdealPolitik – Por que Bolsonaro não dá sinais de montar uma agenda e...

-- O movimento dele não é ampliar sempre, é ampliar no timing certo; a base é por afinidade ideológica: que os políticos de direita saiam do armário e provem se são conservadores; a agenda é a legitimação plebiscitária permanente. Vai dar certo? Ora, isso depende, acima de tudo e de todos, de você manifestar seu poder interior de ser o governo

Um bate-boca que apequena o debate sobre a Amazônia

Dos destemperos de Bolsonaro, talvez o mais constrangedor tenha sido o tratamento dispensado à primeira-dama francesa, Brigitte Macron, uma senhora de 66 anos, exposta apenas por ser mais velha que o marido

Assim como 2019, o governo Bolsonaro já ficou velho

Os quase 58 milhões de votos que o elegeram não lhe dão permissão para deixar os problemas nacionais em segundo plano, ainda mais para cuidar de crises menores, criadas por disputas internas de gente do seu entorno

Quem disse que o problema do governo são os filhos de Bolsonaro?

Além de insistir na tática de guerrilha com setores da mídia que considera inimiga, Bolsonaro provocou, desta vez sozinho, problemas para o próprio governo ao desautorizar dois de seus principais ministros: Paulo Guedes e Sérgio Moro