Aliados de Cunha se dizem traídos pela “falta de caráter”. Assista

Depois da aprovação do relatório pela cassação do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) por 11 a 9 — sem necessidade nem mesmo do voto de minerva de seu desafeto e presidente do Conselho, José Carlos Araujo (PR-BA) — os aliados do presidente afastado da Câmara jogaram a talha. Reservadamente não acreditam mais em solução para o caso.

O deputado Carlos Marun (PMDB-MS) foi o principal defensor de Eduardo Cunha durante todo o julgamento pelo Conselho de Ética da Câmara. À saída da sessão de ontem, ele falou com Os Divergentes.

Marun admitiu que dava como certo o voto de Tia Eron (PRB-BA) e de outro colega, Wladimir Costa (SD-PA). Disse que seu grupo estava até pensando um tipo de solução para a Casa (a simples suspensão do mandato de Cunha) e arrematou:

“Nós contávamos com os votos dela e do Wladimir, que é um fraco de caráter”.

Assista

 

 

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