Bolsonaro já conseguiu o que queria: provocar o povo brasileiro ao conflito. Depois…
O Brasil sempre foi um país pacífico, assim como seu povo. Nesta era bolsonariana surgem grupos radicais atacando os poderes da democracia, legislativo e judiciário, além de instituições democráticas e culturais. Fascistóides em ação. O Messias motoqueiro nada faz para conter as licenciosidades. Modesto assim, acha que o Exército brasileiro é dele. Trata-se do “meu Exército”, costuma afirmar
População do DF com mais de 70 anos está 100% imunizada
Até o momento, 1.081.636 pessoas receberam a primeira dose; 368.426, a segunda dose; e, 33.729 foram vacinados com dose única
Saudades que não Passam
Passei um ano e meio sem vir ao Maranhão, condenado ao isolamento domiciliar, sem culpa nenhuma, sem poder sair de casa pelo medo da pandemia
O Brasil precisa da Amazônia. E a Amazônia precisa da Ferrogrão
Contra um "partido político pretensamente de esquerda", além de ONGs ambientalistas, o ex-deputado Aldo Rebelo defende a construção da ferrovia que cortará a Amazônia
A República e o Poder Moderador
Se a sociedade civil admitir a barbárie política, religiosa ou econômica, com emprego da violência, se rebaixará ao plano dos califados atrasados e sanguinários. Não aceitamos que o capitão paraquedista escolha o terreno em que deseja travar combate com a sociedade civil. O nosso campo é o da legalidade, sob a primazia da Lei Fundamental
Até quando?
A trégua conseguida por S. Exa. será respeitada ou, dentro de algum tempo, Jair Bolsonaro voltará a construir inimigos imaginários? É impossível prever
Uma lição de Milton Campos
Depois de longa vivência política e de tribuna, Milton Campos concluiu que o Congresso não é lugar de falar, é lugar de ouvir. Qual conselho daria se estivesse no Parlamento de hoje?
Saiba como será o retorno presencial dos estudantes da rede pública de ensino do...
Aulas voltam em 3 de novembro em todas as escolas, seguindo protocolos rígidos e com acompanhamento em tempo real de casos
Eleições na OAB-SP
Vivemos rico período de rejeição ao machismo, mas a OAB/SP nunca teve uma mulher como presidente. para ser coerente com tudo que defendo, votarei na advogada Patrícia Vanzolini.








