Reféns de uma guerra civil virtual

Como no século XX, os brasileiros persistem na buca de mitos para idolatrar. Correm atrás de um moralismo exacerbado. A diferença é que transportamos nossa guerra para o campo virtual das redes sociais. Mas, como dantes, insistimos em procurar soluções em salvadores da pátria. Como no século XX

Sertão – a forte palavra, III

Os Divergentes publica, desde domingo, 21 de julho, resenha de Patrus sobre a principal obra do conterrâneo mineiro, Grande Sertão: Veredas. O texto está sendo publicado em capítulos todos os domingos - ou folhetins, como o fazia Machado de Assis nos matutinos cariocas. No final deste post, os links para os textos anteriores

Brasília Ambiental abre inscrições para contratar brigadistas

Os profissionais selecionados vão ajudar no combate aos grandes incêndios nas 96 unidades de conservação espalhadas pelo Distrito Federal

Controladoria julga e GDF demite 110 servidores em quatro meses

No total, foram 142 processos administrativos disciplinares (PADs) avaliados no períodos. Os casos, parados há anos, envolvem assédio sexual de estudantes, abandono de cargos, atestados falsos e servidores empresários

Trabalhadores pobres vão virar “rentistas”

As mudanças no FGTS podem ser um estímulo ao sistema financeiro. Nem sempre foi assim, como mostra o relato da autora

Região de Saúde Leste zera fila de consultas oftalmológicas

Cerca de 3 mil pacientes aguardavam por exames. Trabalho contou com a ajuda de profissionais do Hospital Universitário de Brasília, da UnB

Lava Jato, um estranho no ninho da Transparência Internacional

Para a saúde de todos, procuradores da Lava Jato e integrantes da Transparência Internacional deveriam manter distância uns dos outros. Como se vê, não é o que acontece. A aproximação pode afetar a credibilidade da famosa ONG, como já aconteceu no passado

GDF e TRE-DF juntos nas eleições para conselheiro tutelar

A novidade este ano será o uso pela primeira vez de urnas eletrônicas. Pleito acontecerá em outubro

Um erro histórico

Tivesse o Brasil promovido um acerto de contas, como fez a África do Sul com o Apartheid, esse sujeito jamais faria a agressão que fez ao presidente da OAB