Uma “pimentinha” chamada Sarah Kubitschek

Dona Sarah Kubitschek com fãs de Juscelino nas obras do Memorial JK. Foto Orlando Brito

Não fosse o jeito suave e ao mesmo tempo a personalidade forte e determinada de Dona Sarah Kubitschek não existiria hoje o Memorial JK, em Brasília, inaugurado em setembro 1981. É nesse museu projetado por Oscar Niemeyer e construído em apenas 18 meses que estão o corpo do ex-presidente Juscelino e muitas peças da história do Brasil.

Em pleno regime militar, a ex-primeira-dama foi procurar o general João Figueiredo no Palácio do Planalto. Reivindicava um espaço para homenagear seu marido JK, cassado pela Revolução, em junho 1964, e morto em um acidente automobilístico na rodovia Dutra, em agosto de 1976. Para surpresa, foi atendida.

Durante a construção do memorial ela mudou-se do Rio de Janeiro para Brasília, em companhia das filhas Márcia e Maris Estela, visitava o canteiro de obras praticamente todos os dias. No dia em que ficou concluída a primeira etapa do museu, ou seja, a festa da cumeeira, lá estava Dona Sarah, aplaudida por populares e fãs de Juscelino Kubitschek.

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