Ricardo Miranda

Ricardo Miranda
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Jornalista e analista sênior de informações. Formou-se na Universidade de Brasília em 1987. Por mais de 20 anos, foi repórter, editor, correspondente e chefe de Sucursal em alguns dos principais veículos de comunicação do País: O Globo, Jornal do Brasil, Folha de S.Paulo, Istoé e Correio Braziliense. Trabalhou na FSB Comunicação, onde, por oito anos, foi diretor do núcleo de Mídia & Análise. É diretor de Atendimento da Santafé Ideias, no Rio, além de colaborador da Avenida Comunicação. Também é sócio-fundador da RMPJ e da Revista Tablado. Entre as premiações que recebeu estão o Prêmio Esso de Jornalismo, com a equipe de IstoÉ, e Menção Honrosa no Prêmio Vladimir Herzog. É pai de Bruno e Gabriela.

O boneco de posto e os tanques

Caminhoneiros, massa de manobra de um locaute escancarado, emparedam governo que, sem ter negociadores de peso, chama de novo os Urutus, que saem das favelas para as estradas mais perdidos do que presidente em tiroteio

Locaute em pele de greve

A associação dos caminhoneiros não é de esquerda, nem de direita, veste o capitalismo sofisticado: patrão usando empregado para chantagear poderes e obter mais vantagens e privilégios pro seu setor. E estão conseguindo

Caminhoneiros confrontam Temer 

Na maior paralisação de um governo débil e terminal, grevistas estão perto de lacrar o país.

São dois pra lá e dois pra cá

Em entrevista ao trio Folha, UOL e SBT, Ciro volta a dar uma no cravo e outra na ferradura.

Aqui o presidente está nu, mas é nossa realeza que paga mico

Príncipe imperial do Brasil diz que casamento real do príncipe Harry com atriz Meghan Markle não aconteceria por aqui

Destroços do Brasil

Os números reais colidem com o discurso de fantasia de Temer e Elsinho

Moro, o fotogênico

Juiz posa ao lado de João Doria, candidato a governador de São Paulo, mas nega que esteja dando uma mãozinha na campanha do tucano.

O desgoverno, o marketing e a vírgula

Temer resolve comemorar (oi?) 2 anos de governo usando slogan de JK e tem que recuar porque campanha vira piada.

“Quem nunca deu um tapa no bumbum do filho?”

No momento em que documento da CIA informa que ditadores ordenaram assassinatos pessoalmente, capitão-presidenciável Bolsonaro compara a tortura a "tapa no bumbum do filho".

Com a palavra, Bolsonaro!

Ditadura mandou executar opositores, segundo memorando secreto da CIA. E agora, capitão-presidenciável?

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