Presidenciáveis em movimento – Candidata Manuela D’Ávila

Manuela d'Ávila. Foto Allan Torres/Facebook

Aos 36 anos, a gaúcha Manuela Pinto Vieira D’Ávila, é a mais jovem das duas dezenas de candidatos à Presidência da República. Com experiência de mandatos como deputada federal e estadual e vereadora pelo PCdoB, para ter contato com os eleitores se concentra, pelo menos nessa fase da campanha, nas redes sociais. São poucas as suas viagens pelo país.

Sua  presença no Twitter e no Facebook são assíduas. Interage com internautas e aproveita para suprir sua ausência em eventos diários longe de Porto Alegre. Posta vídeos, mensagens, comentários, fotos de suas viagens e responde a perguntas da militância. Jornalista de profissão, Manuela dá sua opinião sobre todas as notícias que julga importante não somente no que tange os interesses de sua campanha para presidente. Mas também comenta os acontecimentos internacionais que envolvem as grandes potências e faz relação desses países com o Brasil.

A pré-candidata à Presidência, Manuela d’Ávila. Foto Orlando Brito

Após a Copa do Mundo, a quantidade de viagens para participar de eventos, palestras, comícios, carreatas, entrevistas, debates, sabatinas, caminhadas etc aumentará. Manuela, com certeza, repetirá seu pensamento sobre seu programa: impostos com tributação mais justa para classes mais pobres; a permanência da estatização da Eletrobrás e a Petrobrás; revogação da emenda do teto de gastos públicos e da reforma trabalhista aprovadas pelo governo Temer; um Estado que garanta aos cidadãos melhores condições de saúde, segurança e educação; e que o ex-presidente Lula esta preso injustamente.

Em entrevista à revista IstoÉ, Manuela D´Ávila declarou há um mês que se sua candidatura trouxer alguma dificuldade para uma outra que reúna maiores condições de concorrer ao Planalto, ela a retira. Porém, na sabatina que participou com outros onze concorrentes à Presidência há duas semanas, no Correio Braziliense, reafirmou sua candidatura. E, diante, das opiniões que vez por outra surgem sobre a existência de uma chapa única de esquerda, disse:

Existe uma insistência em dizer que a esquerda está fragmentada. Nós temos Boulos, Ciro, Lula e eu. O outro lado tem 14 candidatos”.